Hoje é 20/08/17 ,Domingo, dia de Oxalá

Cabocla Jupiara

Mdiuns e Entidades em sintonia

Médiuns e Entidades em sintonia

Por Pai Alexandre Falasco

Hoje eu quis falar de uma entidade incrvel e de uma mdium competente. Uma simbiose entre dois mundos que s se tem notcia quando estamos diante de fatos.
]
Eu vi, ningum me contou. Eu convivi, no li em um livro, nem nos mais sagrados e misteriosos.

Certa feita, um nobre “conhecido” de um outro nobre e querido “conhecido”, precisava de ajuda sincera, pois era portador da mais cruel de todas as enfermidades, o mais fatal de todos os carmas, o cncer.

Ele no comungava de nossa crena, mas depois de todas as tentativas serem frustradas no embate que travava com tamanho revez da vida comum e sadia, viu-se obrigado a apelar para o que no conhecia.

Respeitoso com as diferenas, graas a sua religio de origem, que no vou citar aqui para no parecer uma afronta ou uma comparao infeliz que remeteria ao fato de alguma delas serem melhores ou mais poderosas que outras, ele resolveu procurar desesperadamente uma nova opo.

O que cabe aqui que este homem, quase moribundo, magro, fraco, totalmente avassalado pelo mal implacvel que lhe assolara a matria, recorreu, com a beno do sacerdote de sua religio, a um tratamento espiritual umbandista que ele ouvira falar muito bem quanto a sua eficcia em casos extremos como o dele.

Tratava-se da pajelana, ritual muito praticado pelos tidos como aborgines, os antigos indgenas, que detinham conhecimento vasto sobre os poderes das ervas, das matas, das guas, das foras da natureza, to desprezados e hoje quase um assunto completamente desconhecido pelo homem moderno, que se diz “avanado” mas no conseguiu ainda entender 10% do funcionamento do crebro humano, no sabe ainda sequer explicar como estas mesmas doenas simplesmente desaparecem do dia para a noite diante de seus olhos cientficos. (motivo, alias, pelo qual muitos mdicos so adeptos das crenas espiritualistas e apesar de fiis e competentes nas suas funes muitas vezes j vi recomendarem tratamento espiritual em casos assim).

Por falar em competncia, por falar em um rito esquecido pelos homens encarnados como o a pajelana, gostaria de mencionar agora que em nada adiantaria tamanha fora e peripcia espiritual de nosso ndios “espritos” se no fosse o trabalho medinico competente de alguns mdiuns que sabem intermediar entidades daquele tempo com tanta maestria ao ponto de realizar tais rituais com a mesma eficcia daqueles tempos.

Me Silmara Falasco, sacerdotisa do templo Pai Jos de Aruanda, uma mulher simples, tem seu trabalho do dai-a-dia, seu ganha po, como empresria, a frente de uma agncia de internet e em nada depende de seu dom como mdium para sobreviver e criar seus filhos.

Contudo, uma estudiosa das coisas espirituais e trabalha com uma entidade maravilhosa, que se identifica como Cabocla Jupiara.

Esta entidade conhece como ningum os preceitos e mirongas de uma pajelana indgena das mais eficazes e foi capaz de curar completamente este nosso amigo citado na matria, hoje um homem saudvel, pai de famlia feliz e que continua em sua religio de origem pois em momento algum lhe foi acondicionada cura ao seu convertimento a Umbanda.

Essas pajelanas de Dona Jupiara e sua mdium Silmara acontecem com frequncia no Centro de Umbanda O BARRACO DE PAI JOS DE ARUANDA, casos de cncer como este no foram os nicos a serem resolvidos, no cansei de ver com alegria pessoas que estavam com cirurgias ou tratamentos dolorosos marcados e num ltimo diagnstico dos mdicos serem surpreendidas com a notcia de que milagrosamente nada mais aparecia em seus exames.

Cabe dizer aqui que entidades como Dona Jupiara so delicadas perolas de nossa Umbanda e que a eficcia de seus mtodos no seriam possveis sem o intermdio de pessoas como a me de santo que a intermdia neste plano terrestre. Me Silmara Falasco dedica boa parte de seu tempo a este trabalho. Gratuito, sem cobrar nada, isso bom lembrar.

Eu nunca vi filas e comboios de nibus enfileirarem a porta de neu querido Barraco, como vi acontecer quando uma lgrima verte de uma imagem de barro em alguma igreja por a, “santo milagre”, mas nem quero isso, o que quero que respeitem o trabalho de mdiuns e sobretudo de entidades, quando estes vem mostrar o que realmente significa a nossa misso umbandista.